Varejo de livros volta a crescer

Entre os dias 16 de julho e 12 de agosto, o faturamento com a venda de livros em livrarias, supermercados e lojas de autoatendimento cresceu 8,47% na comparação com igual período de 2017. Saltou de R$ 123.247.037,66 para R$ 133.684.745,22.

Em volume, o crescimento foi de 11,45%, saindo de 3 milhões de exemplares vendidos em 2017 para 3,4 milhões agora. Com isso, o varejo de livros volta a crescer acima da inflação, como vinha desempenhando desde fevereiro do ano passado e até o fim de maio passado, quando sentiu os efeitos da greve dos caminhoneiros e da Copa do Mundo.

De acordo com a Nielsen, que realiza junto com o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) o Painel das Vendas de Livros no Brasil – de onde foram retirados estes dados –, esse crescimento tem a ver com eventos sazonais do período, como Dia dos Pais, as campanhas de volta às aulas do segundo semestre e ainda a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que aconteceu entre os dias 3 e 12 de agosto. Comparando apenas a semana que compreende o Dia dos Pais e a Bienal do Livro SP com a média de vendas das três semanas anteriores aos eventos, verificou-se um incremento de 24% em volume e de 20% em faturamento. “É bem verdade que, excepcionalmente neste ano, a Bienal de São Paulo não teve a presença de um grande varejista, mas podemos inferir que a presença do assunto na mídia pode ter ajudado as livrarias a venderem mais”, comentou Ismael Borges, gestor do Bookscan, ferramenta da Nielsen que monitora o varejo de livros no Brasil. 

Mas a força veio mesmo dos CTPs e dos didáticos, como explica o próprio Ismael: “Os gêneros voltados para o público universitário com foco em Engenharia, Direito e Saúde tiveram a maior média de crescimento em comparação ao período anterior. Quando confrontamos com os dados do ano passado, os CTPs e didáticos tomam maior espaço, crescendo acima da média. Ficção, por outro lado, foi o gênero menos expressivo em vendas nessa época”.

Outro destaque foi o aumento do desconto médio ofertado, de 0,79 pontos percentuais. Isso impactou o preço médio do livro que apresentou queda de 2,68%, fechando o período a R$ 39,19.

No acumulado do ano, a variação no faturamento é positiva em 9,8%, totalizando R$ 1.208.483.963,79 apurados nas 32 primeiras semanas de 2018. Em igual período de 2017, essa cifra era de R$ 1.100.602.738,41. Em volume, o salto é de 5,97%, com 27.580.732 exemplares vendidos de janeiro até agora. 

Fonte: PublishNews

Vendas do varejo cresceram em agosto, diz Serasa Experian

As vendas do comércio varejista no País cresceram 0,9% em agosto na comparação com o desempenho registrado em julho, revela indicador da Serasa Experian. Já em comparação a agosto de 2017 subiu 7,9%, enquanto no acumulado do ano a alta é de 6,7% em relação ao período equivalente do ano passado.

O segmento de veículos, motos e peças (3,4% ante julho) sustentou a alta de agosto, aponta a Serasa Experian, “beneficiado pela expansão do crédito neste segmento, bem como pela recuperação do setor de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas”.

A instituição lembra que o movimento ocorre após os efeitos inflacionários temporários da paralisação dos caminhoneiros em maio terem sido superados.

Também registraram alta nos negócios os setores de móveis, eletroeletrônicos e informática (0,1%); combustíveis e lubrificantes (0,8%); material de construção (0,5%). Apenas o segmento de tecidos, vestuário, calçados e acessórios registrou retração (-1,9%).

Entre janeiro e agosto, os segmentos de móveis, eletroeletrônicos e informática e o de veículos, motos e peças cresceram 14,8% e 6,3%, respectivamente.

Fonte: R7

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