4 coisas que eu não fiz quando gerenciei loja em crise

Eu já cometi erros em gestão de loja, e em fase de crise é bem pior o manejo e manobras necessárias dentro de uma empresa.

Neste contexto atual, hoje eu quero afirmar para vocês que a crise é uma grande sacada que não se pode perder a oportunidade,  entretanto um momento típico para não permitir bobagens evitando atirar no próprio pé.

Bom se isso é obvio, convido você a compartilhar comigo as cuidadosas observações que eu fiz e que eu não quero deixar você errar como eu errei.

Vamos a elas:

Não cuidar do caixa e da gestão  – Cuide do caixa como uma leoa protege a sua cria. Pode parecer óbvio demais, mas é espantoso como muitas empresas ainda não conseguem avaliar com precisão o seu fluxo de caixa. Se necessário procure um especialista, e de preferência construa um modelo que lhe permita construir cenários para enxergar o futuro refletindo as ações que você está tomando no presente; Em épocas de crise, as preocupações com gestão ganham corpo como tábuas de salvação. Eu peço por favor, deixe-as de lado e foque em fazer o feijão com arroz, e bem feito.

2° Ser medroso ao demitir – Efetive uma revisão em todo seu quadro de colaboradores. Observe se não existem gorduras em cada setor. Seja cuidadoso com pessoas talentosas, pois este estilo não se encontra na esquina, avalie se alguns recursos estratégicos, mesmo que por hora pouco demandados, não poderiam ser mantidos. Afinal a crise vai passar e você vai precisar deles novamente. Vale redesenhar as funções e processos da sua equipe, se ao final existirem excedentes realmente desnecessários, e cuja dispensa não acarretará perdas sensíveis para a empresa, corte-o, ou seja, mande embora;

3° Pressionar … pressionar  – Pressionar pode se tratar de equívoco muito comum, acreditamos que sob pressão absoluta profissionais dentro de uma loja trazem melhores resultados. Mas nem sempre é assim. A pressão deve ser algo natural, pode ser utilizado por um raciocínio meritocrático ou com distribuição de metas e premiações, mas a gestão da loja  precisa de racionalidade e combate a perda de tempo.

4° Deixar pelo emocional – Em um momento de crise, se suplica por mais objetividade. A loja e sua equipe agradecerá se puder ser tocada com um trabalho objetivo e detalhado, contendo cronograma das tarefas e distribuição de responsabilidades da equipe, com metas atingíveis sem sonhos mirabolantes;

Para encerrar, o que “menos é mais”, não exagere na busca de ações que estão longe da sua linha gerencial, não troque o sistema de processos em meio a turbulência. Em um momento como este o básico é eficiente.

Ederson Varejo

 

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