Automação inteligente no varejo pode, também, representar ameaças

O termo “New Retail” tem sido alvo de investimentos desde 2016 pela varejista chinesa Alibaba. Em 2018, o competidor americano, Amazon, inaugurou uma mercearia onde o cliente transita pela loja, seleciona os produtos e vai embora, sendo tudo registrado e pago por um aplicativo baixado previamente.

Ambos os investimentos são focados em evitar interferência humana nos processos de compra e, dessa maneira, gerar facilidade e agilidade ao consumidor.

As tecnologias digitais tem invadido cada vez mais o cenário varejista pelo mundo e, no Brasil, tais tecnologias estão sendo incorporadas em lojas físicas e virtuais.

Mesmo com o apontamento de variados benefícios que esse processo traz, as consequências negativas são inevitáveis. No caso do varejo, a substituição de processos humanos pode acabar gerando um aumento na taxa de desempregos devido às funções que não serão mais necessárias.

Sobre isso, o Relatório do Fórum Econômico Mundial sobre o futuro do trabalho estima que a mudança na divisão do trabalho entre humanos e máquinas/algoritmos afetará 75 milhões de cargos até 2022.

Mesmo com o surgimento de propagadas novas funções, essas demandam níveis superiores de formação que não são a realidade da maioria dos trabalhadores. A partir disso, a concorrência por cargos menos qualificados deve ser maior, implicando na redução de renda.

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