7 empresas vão sobreviver ao apocalipse do varejo – e só uma é brasileira

Estudo do Credit Suisse analisa quais varejistas possuem as melhores chances contra a disrupção de negócios como Amazon

Os shopping centers fantasmas que assombram os Estados Unidos há algum tempo são, para alguns especialistas, os primeiros sinais do “apocalipse do varejo“: aquele momento em que as lojas tradicionais sofrerão fatalmente com a disrupção de empresas tecnológicas como a Amazon. Foi o que aconteceu com a rede de brinquedos Toys R Us e está acontecendo com as redes Macy’s e Sears, com dezenas de lojas fechadas nos últimos meses.

O Credit Suisse, que já previu que de 20 a 25% dos shoppings centers dos Estados Unidos fechariam as portas nos últimos cinco anos, atacou novamente. Em estudo reproduzido pelo veículo Business Insider, o banco escolheu apenas sete companhias que continuarão financeiramente fortes e sobreviverão ao suposto apocalipse.

A instituição financeira calculou o retorno econômico sobre o investimento dos principais players do varejo mundial, uma métrica conhecida como Cash Flow Return On Investment (CFROI). Comparando o CFROI atual com a média dos últimos cinco anos e a projeção para 2019, o Credit Suisse analisou quais companhias já estavam precificadas para retornos econômicos menores e maiores.

Em resumo, as varejistas sobreviventes são aquelas que possuem um braço de comércio eletrônico grande e crescente, ajudando a levantar os resultados. Ao mesmo tempo, ser eficiente com os custos fixos – incluindo os grandes espaços do varejo tradicional – ajuda a manter uma operação financeiramente enxuta.

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Há nomes esperados na lista do Credit Suisse, como Dufry (que está por trás dos adorados Duty Free, presentes nos aeroportos) e a chinesa JD.com. Uma surpresa, porém, é a presença de uma brasileira na lista: o Magazine Luiza. O estudo foi elaborado antes do resultado animador apresentado nesta semana pela companhia, de 94,5% de aumento no lucro.

fonte:exame.com

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