O futuro da ECONOMIA é compartilhar

Há alguns anos a economia compartilhada, ou consumo colaborativo, tem mudado o mercado e se consolidado em todo o mundo.

O consumismo exacerbado começa a dar lugar a políticas sustentáveis pautadas pela preocupação ambiental, recessão global, tecnologia e redefinição do conceito de comunidade.

Segundo o relatório desenvolvido esse ano pela Mastercard, o novo modelo econômico até 2022 será responsável pelo surgimento de centenas de novas empresas e se estima a geração de uma receita anual de US$3,5 bilhões para os usuários, número que deve crescer 25% ao ano.

Mas afinal, o que é economia compartilhada e o que você sabe sobre o assunto? A grosso modo é uma maneira de dividir o uso ou a compra de serviços. Já temos ao nosso alcance empresas que atuam nesse segmento. Airbnb, Uber, Netflix e Spotify são algumas delas e que frequentemente utilizamos ou ouvimos experiências de familiares e amigos.

 

Reduzir, reusar, reciclar, reparar e redistribuir são os princípios que permeiam esse modelo de mercado. E impulsionada pela geração Millennials, nascidos entre 1980 e 1990, que preferem experimentar ao invés de consumir, a economia colaborativa tem mostrado que veio mesmo para ficar.

Além disso, outro dado relevante divulgado pela Mastercard indica que nos próximos oito anos o setor de financiamento compartilhado ou empréstimo deverá crescer aproximadamente 63% ao ano.

Seguido das plataformas de contratação para trabalhos temporários ou freelancer, com uma média de 37%; serviços como Airbnb aumentarão em até 31%, enquanto o setor hoteleiro crescerá 4% anualmente. No quesito entretenimento, especificamente o streaming de música e vídeo apresentará, um crescimento de 17%.

Enxergar e aproveitar as oportunidades que esse modelo nos oferece, auxilia a passar por crises econômicas que a todo momento tem colocado em jogo a maneira como compreendemos os mercados como um todo.

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